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terça-feira, 22 de abril de 2014

PMs e bombeiros aceitam acordo, mas só decidem fim da greve em assembleia

Em reunião, líderes dos grevistas aceitam proposta do Governo do Estado. Em assembleia hoje (22) à tarde os militares irão decidir pelo fim da greve


Por Moisés de Lima e Virgínia França
(Foto: Moisés de Lima)
Cúpula da segurança nacional apresentam proposta aos representantes dos militares (Foto: Moisés de Lima)
Encerrou agora há pouco a reunião entre os líderes dos policiais e bombeiros militares com a cúpula da segurança estadual. Os representantes dos grevistas aceitaram a proposta do Governo do Estado, intermediada pelo procurador geral, Miguel Josino. Os líderes do movimento apresentarão o acordo em assembleia para decidir pelo fim da paralisação.
Na reunião de negociação, foram encaminhados onze pontos reivindicados pelos participantes, como reajuste salarial, melhoria nas condições de trabalho, dentre outros. Com o acordo, os líderes seguem para assembleia para deliberar a suspensão da paralisação.
De acordo com o presidente da Associação dos Cabos e Soldados da PM/RN, Roberto Campos, dos 16 batalhões do estado, 12 pararam suas atividades, além dos especializados como a Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicleta, a Ronda Escolar e a Polícia Ambiental.  Em frente à Governadoria, cerca de dois mil militares permanecem acampados, totalizando 90% de adesão ao movimento.
Segundo o represente das categorias, em Natal, estão parados o 1º, 4º, 5º e 9º batalhões, mas o movimento grevista não se restringe somente à capital. Na Grande Natal e em todo o estado, municípios como Parnamirim, Mossoró, Pau dos Ferros, Nova Cruz, e Assú confirmaram a retirada dos militares das ruas.

 http://portalnoar.com/policiais-e-bombeiros-militares-aceitam-acordo-e-decidirao-fim-da-greve-em-assembleia/

LEI DE PROMOÇÃO: Janelas de respeito inteiras para iminentes portas abertas

Por Ivênio Hermes, com Glaucia Paiva e Kézia Lopes
A paz não pode ser mantida à força. Somente pode ser atingida pelo entendimento. (Albert Einstein)
O Brasil passa por um momento sério em que as janelas do mundo se abrem para verem como lidamos com questões sociais, principalmente nessa fase onde o brasileiro evoca seu pseudo patriotismo através do sacudir das flâmulas, do pintar de verde e amarelo de muros e rostos, não pela exaltação da nação em si, mas pela paixão pelo futebol.
Nossos conflitos estão alhures de acabar, pois a paixão pelo esporte logo mergulhará novamente no conformismo com as questões que realmente fazem sentido para nossa sobrevivência enquanto sociedade e para a nossa capacidade de enxergar como estará nosso povo daqui a dez anos, vinte ou mais.
À deriva num oceano de problemas sobre saúde, educação e segurança, vivemos como náufragos abandonados à sorte, pulando de um destroço para o outro, garantindo apenas o tempo em que resistir aquele salva vidas temporário.
Uma das necessidades que costumamos esquecer é nossa própria segurança, que é a garantia de nossa sobrevivência. Mas alguns ainda buscam mudanças.
Preocupados com os resultados dos recentes eventos envolvendo a segurança pública no Rio Grande do Norte, principalmente com a crescente escalada nos números dos crimes contra a vida, os policiais militares Eliabe Marques, Roberto Campos e Rodrigo Maribondo, líderes dos praças acampados na Sede da Governadoria, aceitaram o convite para conversar sobre as motivações e anseios que possuem quanto ao movimento.
Depois de uma mentira, toda verdade vira dúvida.
A perspectiva de mudanças nas carreiras policiais no Rio Grande do Norte somente são conquistadas às duras penas, exemplos de outros governos se consolidaram de forma nunca antes vistas nas terras do elefante na Administração Ciarlini, e inúmeras tentativas de argumentação resultaram no descumprimento de promessas, levando à crise ora vivenciada.
Os representantes dos praças lembraram que no final de 2013 um acampamento foi armado para evidenciar a necessidade do Governo Estadual entender que algumas pautas precisavam avançar, no caso, a Lei de Promoção de Praças, que durante o período de duração do acampamento teve sua velocidade de tramitação acelerada como nunca antes, e depois, por descumprimento do governo, voltou a estancar.
Agora, novamente acampados no mesmo local, os praças não creem mais na promessa do executivo, afinal, depois de uma mentira, toda verdade vira dúvida, e não é estranho e nem inédito essa realidade, pois casos semelhantes ocorrem com outras categorias, inclusive policiais.
O problema se arrastou por dois anos após as primeiras negociações com o executivo estadual, provocando outros e novos problemas, agravando ainda mais a quase caótica situação da Segurança Pública do RN. Agora, piorado, ele se acomoda nos braços de uma nova gestão na secretaria de segurança, porém a mesma gestão do executivo estadual, corroendo a credibilidade de qualquer construção social que não possua entre seus construtores, a legítima presença dos operadores de segurança.
Além de toda celeuma já vivida, policiais constantemente sofrem com problemas de saúde decorrentes da ingestão de uma alimentação de péssima qualidade fornecida pelo Governo, problemas de mobilidade com viaturas sucateadas, sendo inclusive motivo de escárnio por alguns insensíveis da própria população que sofre com os crescentes índices de violência.
Amor à verdade
Em detrimento da verdade, direitos vem sendo cerceados, como o pagamento da progressão funcional sancionada pela própria Governadora, promoções não são devidamente efetivadas, decorrendo meses e até anos, para receberem a diferença remuneratória proveniente de uma promoção, férias são suspensas para assegurar eventos previstos há anos, como no caso da própria Copa do Mundo.
Embora o amor à verdade seja muito pregado entre a PMRN, inclusive em seus ordenamentos, o exprimir da verdade, tem sido menos praticado. Sobre as negociações, falta o Comando Geral levar os praças para um entendimento com o Secretário de Segurança, evitar certos desgastes e elucidar a situação que se fomentou no estado, não por culpa dos policiais.
A verdade deve ser utilizada como equilibradora de ações, pois enquanto foi divulgado para mídia que a Lei de Promoção dos Praças seria enviada para a Assembleia Legislativa, outras fontes de dentro do Comando Geral da PM afirmam que ela será enviada para outro lugar para ser analisada, emendada, com suas “gorduras retiradas”, e depois então enviada. Além de não respeitar a informação dada pelo Secretário Eliéser, ela ainda retiraria a participação das entidades que representam os policiais do processo legislativo.
Onde já pairavam o ceticismo e a dúvida, agora paira a desconfiança. Na reunião que o Coronel Araújo teve com os representantes no sábado à tarde, o quadro que foi exposto foi de que a Lei só chegaria à AL em meados do dia 5 de maio, que prisões estariam sendo ensaiadas e articuladas nos bastidores, que repressões aos líderes do movimento seriam evidenciadas, contrariando a política do bom diálogo.
Em conversa com o Secretário Eliéser Monteiro, essas não foram sequer possibilidades aventadas.
Portas abertas e janelas inteiras
O ideal para as negociações não está em discursos desencontrados, mas em homens e mulheres firmes em suas verdades. Para Eliabe, Maribondo e Roberto, não há nenhuma intenção em desafiar o Comando da Polícia Militar, nem o Secretário e nem a Governadora. Num dos momentos mais interessantes de nossa conversa, eles reiteraram que nunca colocaram faixas ofensivas à Governadora Rosalba, nunca gritaram que ela deveria deixar o cargo e nunca a ofenderam em nenhuma ocasião, e estendem esse respeito ao Secretário Eliéser em forma de um voto de confiança para um gestor que está pouco mais de um mês no cargo.
General Eliéser Monteiro também está em busca de soluções e avançando mais em um mês de trabalho do que seu antecessor conseguiu em mais de três anos.
Em ambos os lados todos querem paz. É um momento importante de resgatar o equilíbrio na segurança pública, contornando problemas e trabalhando em prol de uma sociedade segura e com nossos guardiões, os policiais, trabalhando satisfeitos e de acordo com as estratégias superiores.
As janelas estão inteiras na construção de um novo ambiente de entendimento, pois ninguém atirou pedras em ninguém, agora, somente é preciso manter as portas abertas.
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SOBRE OS AUTORES:
Ivenio Hermes é escritor Especialista em Políticas e Gestão em Segurança Pública e Ganhador de prêmio literário Tancredo Neves. Colaborador e Associado Pleno do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Consultor de Segurança Pública da OAB/RN Mossoró. Pesquisador nas áreas de Criminologia, Direitos Humanos, Direito e Ensino Policial.
Glaucia Paiva é Policial Militar. Licenciada em História e estudante do 4º Período de Direito.
Kezia Lopes é professora, blogueira e ativista de direitos sociais.
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DIREITOS AUTORAIS E REGRAS PARA REFERÊNCIAS:
É autorizada a reprodução do texto e das informações em todo ou em parte desde que respeitado o devido crédito ao(s) autor(es).
HERMES, Ivenio; PAIVA, Glaucia; LOPES, Kezia. Janelas de Respeito Inteiras para Iminentes Portas Abertas. Disponível em: < http://j.mp/1gLQ5nJ >. Publicado em: 20 abr. 2014.

PM Parou!


domingo, 20 de abril de 2014

Páscoa todos os dias.

Ministérios RBC



Leitura: Hebreus 10:11-18 

Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito… —Mateus 28:6


Uma amiga minha, que é professora de pré-escola, ouviu por acaso uma conversa animada entre seus alunos. A pequena Maria lançou a pergunta: “Quem ama a Deus?” Todos eles responderam, “Eu amo! Eu amo! Eu amo!” Guilherme disse, “Eu amo Jesus.” Kelly protestou, “Mas Ele morreu.” Guilherme retrucou, “Sim, mas todos os anos Ele ressuscita dos mortos no Domingo de Páscoa!”
Obviamente, a compreensão do pequeno garoto sobre o significado da Páscoa ainda está se desenvolvendo. Nós sabemos que Jesus morreu uma única vez (Romanos 6:10; Hebreus 10:12) e, é claro, ressuscitou dos mortos uma única vez. Três dias após se submeter à punição por nossos pecados na cruz, Jesus, sem pecados, dominou a morte ao ressuscitar dos mortos e quebrar o poder do pecado. Foi este sacrifício final de sangue que abriu o único caminho para que tivéssemos um relacionamento com Deus agora e um lar com Ele para sempre.
“…Cristo morreu por nossos pecados […] foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia…” (1 Coríntios 15:3-4). Ele prometeu preparar um lugar para nós (João 14:1-4), e Ele um dia retornará. Um dia estaremos com nosso Salvador ressurreto.
É por isso que todos os anos na época da Páscoa — na verdade, todos os dias do ano — temos motivo para celebrar a ressurreição de nosso Salvador. “Bendirei o Senhor em todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios” (Salmo 34:1).
—CHK
A ressurreição de Cristo é motivo de comemoração.